domingo, 22 de novembro de 2009

Holy Ground - Igreja Batista Betel



Holy Ground, traduzido como Lugar Santo, ou lugar de santidade. Mas o que torna o lugar Santo senão a presença de Deus. Mas se Deus está em nós pela presença do Espirito Santo no nosso interior, onde colocarmos a planta dos nossos pés será lugar Santo.
É possível dançar, pular de alegria em todos os sons e ritmos e agradar a Deus e permanecer em santidade. Sim é possível: Miriam dançou na presença de Deus e a Igreja Batista Betel também dançou, pulou brincou e manteve a santidade na presença do Senhor.

Houve muita alegria, os jovens (de zero a 100 anos) dançaram com suas fantasias, seu entusiasmo.

Deus abençoou grandemente este evento, e nós estávamos lá fazendo o som e animando a galera de Yaveh.

Dezembro tem mais, Shalom.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Teoria Musical Básica


Conseitos básicos:

Propriedades dos sons:
1- altura: diferente entoação das notas (mais agudas ou mais graves)
2- duração: espaço de tempo em que soa o som.(tempo de duração da nota)
3- intensidade: mesmo que volume.
4- timbre: característica que difere os sons. Ex: timbre de SAX e timbre de VIOLÃO.

Elementos fundamentais da música:
1- Melodia: sucessão de sons, para a formação de uma linha musical. Ex: um solo de guitarra.
2- Harmonia: seqüência de sons simultâneos. Ex: uma progressão de acordes.
3- Ritmo: Movimento dos sons de acordo com a sua duração.

Para representar os sons, foram criadas as notas musicais. São 7 fundamentais, mais 5 acidentes, formando uma escala cromática de 12 notas:



As notas sem o “#”, são as notas naturais (fundamentais), que todo mundo conhece. Aquelas com o “#”, são chamadas “notas sustenidas” (por exemplo: C#=Dó Sustenido). Elas também podem ser escritas como “bemóis” (por exemplo: Db=Ré Bemol).

Quando você adiciona um sustenido à nota, você está a elevando ½ tom acima e quando você adiciona um bemol à nota, você está a elevando ½ tom abaixo. Assim, temos as notas organizadas de uma maneira cromática (em seqüência de ½ em ½ tom), uma após a outra.
Nota: Dois semitons (1/2 tom) corresponde a um tom.
Quando aplicamos essa teoria na guitarra, fica fácil de entender. Para cada traste que você sobe ou desce no braço, tem-se um intervalo de ½ tom (ou 1 semitom). Então, a cada 2 trastes, temos 1 tom. Por exemplo: na corda E (Mi ou 6ª corda), temos, da corda aberta até o 12º traste:

Lendo notação musical:
As notas musicais são escritas em partituras, compostas de pautas (ou pentagramas), que são aquele conjunto de cinco linhas e quatro espaços. As linhas (de baixo para cima), representam as notas E, G, B, D e F; os espaços, as notas F, A, C e E.

Para podemos dar nomes às notas que colocamos na pauta, devemos colocar, no seu início, um sinal chamado clave. Existem 3 tipos de claves: de sol (sons médios), de fá (sons graves) e de dó (sons agudos).

terça-feira, 17 de novembro de 2009

A voz como instrumento


A voz humana é uma característica intrínseca da espécie. Seu desenvolvimento acompanha o próprio desenvolvimento do ser humano, variando de acordo com a idade, aspectos biológicos, psicológicos e sociais, e por isso, a voz pode ser considerada um fator de identidade individual e uma importante ferramenta da Comunicação.

A produção da voz humana, cujo nome correto é Fonação é considerada uma evolução da espécie. Primeiramente, as estruturas relacionadas à produção da voz foram designadas para realizar as funções de Respiração e Digestão. Tais estruturas se relacionam à mastigação, deglutição (ato de engolir) e a respiração. Essas estruturas, que juntas formam o Trato Vocal, são: faringe, laringe, cavidade nasal e cavidade oral (boca, língua, bochechas e dentes). O trato vocal é um tubo flexível limitado entre as Pregas Vocais, conhecidas comumente por Cordas Vocais, até os lábios e as narinas. No trato vocal ocorre a passagem de ar em alta velocidade, advindo dos pulmões, através da respiração, criando uma pressão negativa entre suas paredes, o que gera a aproximação de estruturas flexíveis entre si, as pregas vocais, que entram em vibração, resultando numa onda sonora - a Voz. Esse som inicialmente produzido pelas pregas vocais é bastante simples, no entanto, é constantemente modificado pelo sistema de ressonância do trato vocal e pelas estruturas que o compõem e estão envolvidas na articulação das palavras.

Na música, um vocalista ou cantor é um músico que canta, ou seja, usa a voz como seu instrumento musical. Um cantor principal, ou solista, é aquele que canta as voz primária de uma música, enquanto o cantor de apoio (ou, o coro) canta a voz de apoio (ou, a parte do canto coral) de uma música.
Vozes femininas
• Soprano
• Mezzo-soprano
• Alto ou Contralto
Soprano é o nome do registro da voz (ou naipe) feminina mais aguda.A voz de soprano normalmente recobre a extensão do Dó4 ao Lá5, em alguns casos mais raros até o Dó6 (os números correspondem às oitavas do piano.
Mezzosoprano, do Italiano (em Português, meio soprano), é voz feminina intermédia entre o soprano e o contralto. O mezzo geralmente apresenta um timbre mais encorpado que o soprano e tem uma extensão maior na região central-grave.
O Contralto é o timbre feminino mais pesado, e soa quase que com a plenitude de uma voz masculina. É um timbre robusto e vigoroso, chamado também de contralto profundo. Sua extensão aguda é curta e compensada no registro grave. Não tem divisão interna por timbre, e raramente canta papéis em Óperas. Sua tessitura usual é do Fá3 ao Fá5.

Vozes masculinas
• Sopranista
• Contratenor
• Haute-contre
• Tenor
• Baritenor
• Barítono
• Baixo-barítono
• Baixo
De acordo com a classificação tradicional, a voz de tenor corresponde à faixa de sons mais aguda que pode ser emitida, no canto lírico, por um indivíduo do sexo masculino. Ela distingue-se do barítono e do baixo por ter sua extensão padrão dentro dos limites do Dó3 ao Lá4, em alguns casos mais raros até o Dó5.
Barítono, voz masculina que se encontra entre as extensões vocais de um baixo e um tenor. Se trata de uma voz mais grave e aveludada que a dos tenores, porém que, quase nunca, conta com agilidades. Um barítono tem sua extensão vocal dentro dos limites do La2 ao La4 (O barítono lírico, pode chegar a Si4).
O baixo é a voz ou naipe masculino com a extensão mais grave. Um baixo tipicamente tem uma tessitura que vai do Fá1 ao Fá3. Nas primeiras óperas era usado principalmente em papéis de deuses ou figuras misteriosas, embora mais tarde também tenha caracterizado personagens de pais idosos e reis.

Sonorização na Igreja


Operar o sistema de sonorização da igreja não é simplesmente aumentar ou diminuir o volume. O trabalho é salvar vidas para Jesus! E salvar vidas é um trabalho de muita responsabilidade, que não pode ser feito de qualquer jeito. Pode e deve ser feito da melhor maneira possível, com todos os recursos que pudermos dispor, com todo o cuidado.
Muitos cultos são arrasados por causa de uma sonorização deficiente. Cultos em que ninguém entende o que é pregado, cultos em que o Senhor se manifesta grandemente mas ninguém consegue ouvir nada, cultos em que há tanta microfonia que as pessoas não conseguiram prestar atenção em mais nada.

Por isso temos que tomar muito cuidado com a maneira que o som da igreja é manipulado. A fé vem pelo ouvir. É pelo ouvir que a palavra de Deus é revelada. Por ela o homem toma consciência do pecado e aceita Jesus como seu verdadeiro e único Salvador. Sendo assim todos devem ouvir a palavra de Deus de forma clara. É esse o importante e difícil papel, não só do operador de som (que regula os equipamentos), mas também dos ministros de louvor e da palavra (que precisam entender a importância do som audível).

Podemos estar num templo lindo, cheio de instrumentos de caixas de som imponentes, porém se não formos atingidos pela palavra de Deus de nada adianta. A mensagem é muito importante, ela precisa tocar o coração, e o papel dos equipamentos de som é esse. Durante o culto é o operador de som o responsável pela qualidade acústica dessa mensagem, assim como o preletor se preocupa com a profundidade da mensagem.

Trabalhar com sonorização é muito bom e gratificante, sem abrirmos a boca ajudamos a salvar e curar almas pela mensagem, mas é de muita responsabilidade e existem alguns complicadores. Há pregadores que falam clara e calmamente, mas existem os que querem deixar a assembléia surda pedindo sempre mais volume. Há ainda aqueles que nem sabem o que querem (vemos muito isso nos ministros de louvores também) aí pedem mais agudo ou mais grave. (Lembro aqui que toda equalização parte do flat). Nosso papel é deixar o som da igreja agradável aos ouvidos da assembléia, nem baixo bastante que se tenha dificuldade para ouvir nem alto o suficiente para dar microfonia ou causar cansaço nos ouvidos. Outro papel do operador é influenciar as pessoas educando musicalmente e da importância que a qualidade sonora tem para que a mensagem seja inteligível.

Uma dica: A audição humana percebe os sons mais claramente na região dos médios.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Microfone


Escolhi esta primeira postagem, pela importância do microfone num sistema de sonorização. Não pretendo com esse texto mostrar o funcionamento e utilização dos vários tipos de microfone (quem quiser basta apenas me solicitar por e-mail). Vou simplesmente falar sobre os cuidados que devemos tomar para aumentar a vida útil deste indispensável companheiro dos nos nossos louvores.
1º Não bata nem sopre: É comum vermos pessoas dando batidas no microfone para ver se ele está ligado. Este procedimento danifica O DIAFRAGMA, que é uma peça interna ao microfone, quanto mais vc bate menios ele funciona, até ficar rouco, rsrsrs. Também não sopre, pois o microfone não aguenta umidade, além do mau cheiro que a saliva acumulada provoca.Quando quiser saber se ele está funcionando apenas passe a mão sobre o microfone.
2º Não grite: O grito além de poder distorcer o som, vai causar incômodo aos ouvintes e pode danificar os autofalantes. Lembre-se sempre o microfone não é surdo.
3º Não enrole o microfone na mão: Ao enrolar o cabo do microfone, você provoca alteração em suas propriedades elétricas e, com o tempo, danifica as soldagens que o unem aos plugs. O que resulta disso são chiados e barulhos diversos.
4º Nem beije nem engula:Na ânsia de fazer uma boa apresentação, falamos tão próximo ao microfone que quase o engolimos. A essa distância tão pequena certamente lançaremos sobre o pobre coitado nossa saliva, lembra-se? A maioria dos microfones sofrem o efeito da proximidade, que encorpa os graves à medida que o microfone é aproximado da fonte sonora. Sendo assim, você terá o som da sua voz cheio de graves e provavelmente sem clareza, para não falar do maravilhoso efeito “puf”.É só lembrar que a distância adequada para uma boa captação é cerca de 5 cm afastado da boca e diretamente em frente ao microfone.
5º Não tenha medo, não fuja: Muitas pessoas têm medo de microfones e por isso afastam-se dele com isso ele passa a ter dificuldades de “ouvir” você. Sua voz ficará com excesso de agudos. E há quem fique pra lá e pra cá com o microfone fixo no pedestal isso faz com que a captação varie muito causando incômodo aos ouvintes.

Com isso lembre-se: o micro é responsável por captar a onda sonora e transformá-la em pulsos elétricos para que os equipamentos eletrônicos (amplificadores, mesas, etc.) possam entender e usar. O microfone comporta-se exatamente como o ouvido humano, quando este capta as ondas sonoras e as transforma em sinais elétricos para que o cérebro as entenda e processe.